Uma notícia interessante e pioneira na América do Sul, é o lançamento do primeiro carro elétrico 100% nacional produzido na Bolívia por uma empresa Boliviana, a Quantum Automóveis Elétricos. O veículo comporta até 3 passageiros pode chegar a 55 Km por hora e autonomia de até 50 Km, a recarga das baterias demora cerca de 6 h. O preço de venda do produto está em torno de U$ 5.000 (ou cerca de pouco mais de R$ 20.000,00).
Nestes tempos de grande discussão da importância de energia limpa para reduzir o aquecimento global, o lançamento do veículo Boliviano tem uma importância estratégica para a Bolívia e para a própria America do sul. Vale lembrar que a Bolívia segundo estimativas, tem cerca de 50% das reservas de lítio do mundo, Chile e Argentina tem outros 25%, o que torna nossos vizinhos em fornecedores estratégicos para o mundo. Como o mundo tecnológico em que vivemos depende cada vez mais de baterias para celulares, computadores e para os automóveis elétricos, e estas baterias dependem do Lítio, dá para entender a importância estratégica do lançamento da quantum.
O próprio presidente do país, Evo Morales, falou sobre o lançamento em sua conta do Twitter: “Brindaremos todo nuestro apoyo a los ejecutivos y técnicos de la empresa Quantum, orgullo cochabambino y boliviano, que inaugura con creatividad y esfuerzo el nuevo ciclo de industrialización de autos eléctricos en nuestra querida #Bolivia. Juntos conquistamos un #FuturoSeguro”.
Presidente Evo Morales no lançamento do carro. Foto: Divulgação Twitter: @evoespueblo.
Nosso portal ouviu o nosso colega Administrador e parceiro do Administradores.Adm na Bolívia Alberto Nelson Vargas Callejas:| Como administrador de empresas estou orgulhoso pela fabricação de carros eléctricos no meu país Bolívia, mesmo este país sendo subdesenvolvido, ainda temos a iniciativa e a engenharia necessária para fabricar carros ecológicos e de baixo custo; esta fabricação surpreendeu até o mesmo governo daqui, porque não se tem a legislação para esse tipo de carros circular nas ruas das cidades da Bolívia, mas temos sim toda a matéria prima para a fabricação das baterias de lítio, tendo a maior reserva natural de lítio do mundo no Salar de Uyuni em Potosí – Bolívia; lugar muito conhecido como o “mar de sal” na indústria do turismo. O que vem mais adiante é aplicar um modelo de gestão industrial baseado no management 4.0, porque a Bolívia esta no limiar da Indústria 4.0 com a fabricação destes carros, desejo que sejam os profissionais em administração quem dirijam esta nova indústria na Bolívia.
Recentemente estive em Beijing para participar de uma conferência internacional sobre Inovação e apresentar um artigo sobre ecossistemas de empreendedorismo-intensivo em conhecimento. A conferência foi realizada na Escola de Economia e Negócios da Universidade de Tsinghua, considerada a MIT Chinesa e posicionada em 22º lugar no Ranking das melhores Universidades do mundo.
Portanto, o principal interesse desse grupo de acadêmicos é compreender como economia e tecnologia interagem para produzir mudança na dinâmica das empresas, setores e quais as implicações desse processo para a geração de riqueza nos diferentes países visando, eventualmente, contribuir para estratégias e políticas que fomentem a inovação.
O mundo é repleto de evidências de que o diagnóstico e previsão de Schumpeter estavam corretos, o que tem justificado o esforço de diferentes países em promover políticas que visam a inovação. Se, de um lado, a inovação explica a posição de liderança de países desenvolvidos (EUA, Alemanha, Inglaterra, Finlândia, etc), por outro também explica a ascensão de outros como, por exemplo, Japão, Coréia do Sul, Singapura e Israel. O caso mais recente e emblemático das últimas duas décadas é o Chinês.
Inovação à moda Chinesa – Breve Histórico
Embora a China tenha um histórico milenar de inovações que remontam a invenção do papel, da seda, pólvora, fogos de artifício, entre o outros, a evolução recente do século do final do século XX e início do século XXI tem sido assistida pelo mundo. Em resumo, a partir de 1979, o país iniciou um processo de abertura para investimento externo, liberalização (ou “descoletivização”) da economia interna dando lugar ao empreendedorismo e abertura de novos negócios e modernização da economia com foco em quatros setores: agricultura, indústria, defesa e ciência e tecnologia. Em 2001, a China ingressa como membro na Organização Mundial do Comércio (OMC) o que intensifica a abertura e internacionalização do país. Desde então, o país tem obtido um crescimento quase exponencial em diferentes setores da sociedade. Os incentivos econômicos de uma competição por baixo custo orientado a exportações, levaram a um processo investimento estrangeiro direto em diferentes setores industriais, em infraestrutura, e migração do campo para a cidade, ou seja, uma verdadeira “sino-revolução industrial” 240 anos após a primeira (ocorrida na Inglaterra), fizeram com que a China se tornasse a “fábrica do mundo”.
A “mágica” econômica promovida por uma política agressiva de desvalorização cambial, se consolidou no espantoso crescimento do PIB e “catching up” ou convergência econômica que podemos observar no gráfico dinâmico que viralizou recentemente.
No entanto, a convergência econômica é, antes de tudo, resultado de uma convergência tecnológica uma vez que os fluxos industriais trouxeram consigo fluxos de conhecimentos e capacidades tecnológicas que não existiam no pais anteriormente. É justamente essa diversidade conhecimentos que permitem uma série de “novas combinações” de hardware,software, “bioware” e serviços com aplicações de valor para o mercado que tem alçado o país para figurar entre as nações mais inovadoras do mundo.
Essa evolução pode ser observada também nos relatórios do Global Innovation Index desde 2012 (Figura 1) em que a China claramente salta do grupo de países de renda média caracterizado por pouco inovação e pouco desenvolvimento econômico e começa a integrar o grupo de países desenvolvidos.
Figura. 1. Global Innovation Index vs GDP Per Capita in PPP$ (bubbles sized by population)
FONTE: construído a partir de Dutta et al (2012, 2018)
Qual o limite para a inovação?
Quando países se aproximam do ponto de convergência tecnológica e econômica de países desenvolvidos, o único passo possível para a evolução está no avanço da fronteira científica. E essa foi a tônica das apresentações dos pesquisadores Chineses presentes na Conferência em Beijing. Poderá a China se tornar a principal potência em Inovação?
O recente desenvolvimento chinês seguiu uma conhecida e documentada estratégia “da Imitação para a Inovação” semelhante ao processo Japonês e Sul Coreano em décadas anteriores. À medida que esse modelo se esgota, os países precisam buscar a consolidação não apenas de suas empresas por meio de produtos de maior qualidade e marca, mas também a liderança na resolução de problemas complexos que estão na fronteira do conhecimento. Isso se dá através de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), em especial, pesquisa básica.
Ao analisarmos os gastos nominais em Pesquisa e Desenvolvimento, a China vem se aproximando a passos largos dos Estados Unidos (Figura 2). No entanto, o volume de recursos não nos informa sobre a qualidade ou prioridades dessa alocação. A figura 3 apresenta essa orientação. A maior parte dos gastos em P&D na China se dão no nível de pesquisa experimental e aplicado (aquele voltado a resolução de problemas de produção ou engenharia) que não lidam especificamente com os desafios da fronteira do conhecimento.
A influência científica do país pode ser medida pela produção e publicação de pesquisas bem como patentes e suas o número de citações dessas produções no âmbito global. Embora o número de publicações tenha aumentado significativamente, a qualidade das publicações assim como das patentes publicadas é muitas vezes questionada. Argumenta-se que, embora a China esteja posicionada como segundo lugar no número de publicações, a média de citações por documento ainda é baixo o denota uma relativa pouca influência na comunidade científica internacional se comparada com os principais líderes como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e França. No entanto, não será surpresa ver essa condição melhorar nos próximos anos.
Cabe ressaltar, no entanto, que o tipo de P&D Chinês é plenamente coerente com uma estratégia bem-sucedida de aquisição de conhecimento externo e catching up realizados até aqui. Nesse sentido, apesar do otimismo e confiança pelo desempenho recente, os Chineses tem plena consciência de que a liderança científica que vem através do investimento em “pesquisa básica” (na fronteira do conhecimento) é uma necessidade tanto para sustentar o crescimento quanto para colocar o país em uma posição de liderança competitiva. Essa consciência é o primeiro passo para que o país alcance esse objetivo.
China hoje, futuro e lições para o Brasil
A China tem como objetivo se tornar uma sociedade orientada para a inovação até 2020 e uma superpotência em ciência e tecnologia até 2050. Para tanto, o país se vale de uma série de planos para realizar a transição de uma econômica orientada a exportação de produtos manufatureiros para aumentar os investimentos em educação nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharias e Matemáticas (da sigla STEM em inglês) bem como nas estruturas de suporte e habitats como Parques Tecnológicos e centros de inovação de alta tecnologia como a TusPark (Tsinghua University Science Park).
Algumas coisas saltam aos olhos e que dão um pouco da sensação da evolução do país com um todo.
Meio ambiente. O país tem buscando soluções para o combate a poluição do ar oriundos da forte industrialização através do desenvolvimento de tecnologia. Porém chama a atenção a quantidade de espaços verdes e parques no meio da cidade. Além de tornar as cidade mais agradáveis, a campanha também tem contribuído deixar o planeta mais verde.
Robótica. Quando menos se espera, é possível ser surpreendido pela tecnologia. No hotel Park Plaza Science Park, se você fizer um pedido a recepção, provavelmente será atendido por um robô que fará a entrega pra você.
Tecnologia e comunicação. Talvez o primeiro impacto a ser sentido ao chegar na China é o não acesso às ferramentas de comunicação e redes sociais que utilizamos diariamente (Google, gmail, facebook/instagram, twitter, uber, whatsapp, etc). Isso denota um país que é aberto para receber conhecimento e tecnologia externo, porém que promove forte reserva de mercado.
Ao andar por Beijing é possível observar um misto de tradição com modernidade. Surpreende a velocidade com que a transformação do país ocorreu, o que nos faz refletir sobre lições que podem e devem ser tiradas para o desenvolvimento do Brasil. Apesar do nosso ambiente de inovação ter melhorado nos últimos anos a partir de uma maior consciência sobre a importância da inovação, do crescente interesse em empreendedorismo e de um nascente mercado venture capital, alguns elementos do ecossistema brasileiro ainda precisam ser aperfeiçoados. Um exemplo são os “links” entre ciência, tecnologia e indústria e um melhor balanço entre pesquisa básica e aplicada. Se na China, a maior parte do investimento em P&D se concentra em pesquisa experimental e aplicada nas empresas (necessárias para a construção de capacidades tecnológicas da indústria), no Brasil, P&D ainda é quase que exclusividade de poucas grandes empresas ou da Universidade cujo foco é, primordialmente, pesquisa básica (não necessariamente atrelados à resolução de problemas imediatos das empresas). Não é o caso de escolher entre uma coisa ou outra, mas de encontrar um balanceamento dessas atividades e seu financiamento ao longo do ciclo completo de inovação.
Referências
Abramovitz, M. (1986). Catching up, forging ahead, and falling behind. The Journal of Economic History, 46(2), 385-406.
Appelbaum, R. P., Cao, C., Han, X., Parker, R., & Simon, D. (2018). Innovation in China: challenging the global science and technology system. John Wiley & Sons.
Dutta, S. (2012). The global innovation index 2012. Stronger innovation linkages for global.
Dutta, S., Reynoso, R. E., Garanasvili, A., Saxena, K., Lanvin, B., Wunsch-Vincent, S., … & Guadagno, F. (2018). The global innovation index 2018: Energizing the World with Innovation. Global Innovation Index 2018, 1.
Kim, L. (1997). Imitation to innovation: The dynamics of Korea’s technological learning. Harvard Business Press.
Lee, K., & Lim, C. (2001). Technological regimes, catching-up and leapfrogging: findings from the Korean industries. Research policy, 30(3), 459-483.
Normile, D. (2018). China narrows US lead in R&D spending. Science. 362(6412), 276.
Pisano, G. P., & Shih, W. C. (2012). Producing prosperity: Why America needs a manufacturing renaissance. Harvard Business Press.
Schumpeter, J. A. (1912). 1934. The theory of economic development.
Yuqing, X. I. N. G. (2006). Why is China so attractive for FDI? The role of exchange rates. China Economic Review, 17(2), 198-209.
Yip, G. S., & McKern, B. (2016). China’s next strategic advantage: From imitation to innovation. MIT Press.
No último dia 10/09 aconteceu um momento importante no projeto de renovação dos jatos de combate da força aerea brasileira. Nesta data em Linköping na Suécia, foi entregue pela SAAB, o primeiro jato F39 Gripen para a FAB. Neste primeiro momento a aeronave ficará na Suécia e se inicia a fase de treinamento dos pilotos brasileiros.
“O F-39 Gripen representa um salto tecnológico significativo na aviação de caça para a Força Aérea Brasileira. É também um ótimo exemplo de desenvolvimento colaborativo baseado na transferência de tecnologia e na promoção da indústria de defesa. Assim, a Força Aérea Brasileira agora possui uma nova plataforma multi-missão para o cumprimento de suas ações de controle, defesa e integração do território nacional. Desde sua concepção, o programa Gripen beneficiou a sociedade brasileira. Estou muito feliz por fazer parte desse momento histórico da aviação de caça no Brasil ”, diz o tenente-brigadeiro Antonio Carlos Moretti Bermudez, chefe da Força Aérea Brasileira.
A parceria com o Brasil começou em 2014 com o contrato (valor do pedido 39,3 BSEK) para o desenvolvimento e produção de 36 Gripen E / F para a Força Aérea Brasileira, incluindo sistemas, suporte e equipamentos relacionados. A Saab está impulsionando o desenvolvimento da indústria aeronáutica local por meio de seus parceiros nacionais no programa brasileiro Gripen, que inclui um abrangente programa de transferência de tecnologia para o Brasil, a ser entregue em aproximadamente dez anos.
As aeronaves brasileiras Gripen E / F são desenvolvidas e produzidas com a participação de técnicos e engenheiros brasileiros. Essa integração faz parte da transferência de tecnologia e visa proporcionar o conhecimento prático necessário para a execução dessas mesmas atividades no Brasil. A partir de 2021, a montagem completa de 15 aeronaves começará no Brasil. O desenvolvimento do Gripen F de dois lugares está progredindo com atividades extensivas na Rede Gripen de Design e Desenvolvimento em Gavião Peixoto, Brasil. As entregas do Gripen F devem começar em 2023.
Primeiro voo do jato F39 Gripen Brasileiro na Suécia.
É quase um case de Administração online, acabou de acontecer
e está nas páginas dos jornais, hoje (23/09) o Mega Grupo inglês Thomas Cook,
um dos mais antigos do Reino Unido é um dos maiores na sua área no mundo entrou
em falência. Um conglomerado com várias empresas com Hotéis e Resorts, Agências
de viagem, várias Cias Aéreas (Inglaterra, Alemanha, Escandinávia entre outras),
quebrou abruptamente e deixou centenas de milhares de clientes viajando sem
garantias de voltar para casa conforme os pacotes vendidos. As autoridades do
Reino Unido e de outros países da Europa estão mobilizando recursos e estruturas
para repatriar estes viajantes de volta a seus lares.
A pergunta que fica, é como um grupo de tal envergadura, com
milhares de empregados, orçamento milionário e experiencia desde centenas de
anos, quebra desta forma?
Segundo o presidente do grupo, Frank Meysman, antes da falência,
“ A Thomas Cook tem uma diretoria diversificada e uma forte cultura
corporativa. Estamos bem posicionados para alcançar nosso objetivo estratégico
de gerar crescimento lucrativo e gerar valor para nossos acionistas”.
Após a falência, uma das hipóteses da conta de que as vendas
de passagens e pacotes turísticos comprados diretamente pelos turistas pela
internet tiveram um peso substancial para a derrocada. A discussão para quem é
administrador ou tem interesse no tema, mostra, mais uma vez, os impactos do
mundo digital não só no dia a dia das pessoas mas também no das empresas. As
empresas e profissionais que não se adaptarem a estes novos tempos, terão um
grande risco de sucumbir.
A mais de 20 anos atrás chegava ao Brasil uma das maiores redes mundiais de Supermercado, a famosa Walmart. Naquela conjuntura do mercado de varejo, reinava o modelo dos hipermercados. A rede Walmart chegou e cresceu. Comprou várias grandes redes locais como Nacional, Big, Mercadorama, Bom Preço, Sonae. Em 2008 o Walmart chegou a ser a terceira maior rede do Brasil com cerca de 80.000 empregados.
No ano passado, depois de problemas na sua matriz americana envolvida com investigações referentes ao crescimento da rede no exterior, a matriz decidiu se desfazer do controle acionário da rede no Brasil. com isso 80% do controle foi vendido para a empresa de private equity Advent Internacional, empresa com muitos investimentos no Brasil em empresas como: Duty Free, Restaurantes Viena, Dudalina, Kroton Educacional, entre outras.
Para reduzir custos de royalties e outros a Advent decidiu abrir mão da marca Walmart e agora terá como marca principal de suas redes a marca BIG. Também, por estratégia, o grupo, ao contrario do mercado, desistiu de suas operações pela Internet para focar apenas nas lojas físicas, o site de vendas já não esta mais no ar.
O conceito de associação entre pequenos mercados de bairro para otimizar marketing, compras e vendas, levou a criação de várias redes desde os anos 90, como Rede Economia, Supermarketing, Multimarketing, Rede Unno entre outras. O modelo deu certo e cresceu ocupando um espaço considerável nos bairros e pequenas localidades. As grandes redes sentiram o impacto deste crescimento e partiram para o contra-ataque. Algumas marcas criaram seus projetos de pequenos mercados locais, chamadas Lojas de Vizinhança, fugindo do conceito clássico de hipermercados gigantes. Assim sugiram o Carrefour Express, o Mini Extra, o Minuto Pão de Açúcar, o TodoDia (da rede Walmart) entre outras. Com isso muitos pequenos mercados locais quebraram sem condições de disputa. Agora surge um outro tipo de movimento do GPA (Grupo Pão de Açúcar), a parceira com os pequenos. Os pequenos mercados de bairro passam a comprar, prioritariamente, com o GPA e com isso podem usar a marca “Aliado CompreBem” que foi reativada pelo GPA com este objetivo e também para ser uma rede secundária do grupo. Teoricamente os dois lados ganham, na prática as grandes redes sempre ocupam os espaços do “mercado”, e o modelo continua sendo a concentração do setor em poucos players.
Que a
tecnologia invade cada vez mais o nosso dia a dia e transforma nossas vidas e
nossas formas de viver é um fato, mas as coisas acontecem numa velocidade cada
vez maior. Uma das grandes transformações deste momento, são as Fintech´s.
“Fintech é um termo que surgiu da união
das palavras financial e technology. Fintech são majoritariamente Startups que
trabalham para inovar e otimizar serviços do Sistema financeiro. Essas empresas
possuem custos operacionais muito menores comparadas às instituições
tradicionais do setor”.
A onda é tão forte, que os grandes bancos, os “bancões” estão
tendo que se reinventar. Agencias tem sido fechada, bancos digitais têm sido
criados por estes e o lucros estão sendo afetados a ponto de ter aumentado o
número de demissões e de PDV´s.
Mas para os
usuários, na ponta, as notícias são boas. As contas digitais têm as mesmas
prerrogativas das convencionais dos grandes bancos, movimentação, cartão de
crédito e débito, investimentos entre outros produtos, mas com um grande
diferencial, tudo, ou quase tudo, sem custos. Zero oitocentos mesmo, sem taxas
mensais e sem custos por produtos. As contas são abertas através de aplicativos
disponíveis nas lojas de aplicativos e os documentos são enviados por foto
batida com seu celular. Confirmada a abertura da conta você recebe seu cartão
pelo correio e já pode começar a usar. Depósitos são feitos por doc ou por
boleto e saques podem ser feitos pela rede 24 horas.
De banco para
banco pequenas diferenças, mas com a mesma essência.
Ainda fica uma
dúvida se vale a pena entrar nesta vibe? Será que estes bancos não irão me
deixar na mão? Segue uma relação de alguns dos mais conhecidos bancos digitais
e quem esta por trás dos mesmos:
A partir desta semana, a campanha integrada de publicidade da Eletronuclear chega a todas as plataformas e mídias. Desde a última sexta-feira (2) já é possível ver, na estação de embarque do catamarã do Rio de Janeiro, Mobiliários Urbanos (MUB) com informações sobre a companhia. Nesta segunda-feira (5), um vídeo institucional foi inserido na grade de anúncios de diversas emissoras de televisão em vários horários. Além disso, a empresa vai contar com conteúdo informativo e de propaganda em rádios, cinemas e em estações de metrô e de VLT. É possível assistir ao vídeo nos comerciais da programação das tevês Globo, Record, Rio Sul, SBT e Band. A empresa terá também espaço na grade das rádios Costazul, na qual terá um programa de um minuto falando sobre a companhia e contando um pouco sobre a produção de energia por fonte nuclear, e JB FM.
O coordenador de Comunicação Institucional, Marco Antonio Torres Alves, ressalta a importância e os desafios desta campanha. “O objetivo principal da campanha é desmistificar a energia nuclear e mostrar como essa tecnologia está presente em nosso dia a dia. Essa é a primeira campanha que a Eletronuclear faz de forma integrada, atuando em diferentes plataformas e mídias. Mesmo com o baixo orçamento, estamos conseguindo fazer um bom trabalho e esperamos o melhor retorno possível”.