Conheça a EA ALUMNI – UFRGS

Uma iniciativa muito interessante que merece ser valorizada e disseminada, Ă© a EA ALUMNI – UFRGS. Alumni Ă© um termo em latim e significa ex-aluno, utilizado para designar graduados ou bacharĂ©is em uma universidade. Entre outros objetivos, Ă© uma forma dos ex-alunos agradecerem a formação recebida com qualidade e, no caso das Universidades PĂşblicas, gratuitamente, e assim retribuir Ă  instituição educacional e aos futuros colegas.
Esta, do curso de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, conta com um projeto muito interessante de engajamento de colegas formados na UFRGS e com ações como Encontros coletivos com alunos e ex-alunos, Mentoria para os alunos que se formarão em 2019 e 2020, entre outras ações.
As iniciativas já desenvolvidas e em curso, podem ser conhecidas através dos canais de comunicação da entidade, em especial no site, hospedado nos servidores da universidade, que esta em: https://www.ufrgs.br/alumni-ea/

Inovação! E inovação “à moda Chinesa”.

Recentemente estive em Beijing para participar de uma conferĂŞncia internacional sobre Inovação e apresentar um artigo sobre ecossistemas de empreendedorismo-intensivo em conhecimento. A conferĂŞncia foi realizada na Escola de Economia e NegĂłcios da Universidade de Tsinghua, considerada a MIT Chinesa e posicionada em 22Âş lugar no Ranking das melhores Universidades do mundo.

A conferĂŞncia foi organizada pela “Industrial and Corporate Change”, uma revista internacional com foco em economia e inovação cujo corpo editorial Ă© formado por lideranças do pensamento em das melhores universidades do mundo.  O corpo editorial Ă© formado pelo que poderĂ­amos chamar de “discĂ­pulos” de Joseph Schumpeter (“O Profeta da Inovação”), economista austrĂ­aco que compreendeu, há 100 anos atrás, a papel fundamental da inovação como propulsor do desenvolvimento econĂ´mico e previu a dinâmica e ritmo do desenvolvimento capitalista que estamos vivendo hoje.

Portanto, o principal interesse desse grupo de acadĂŞmicos Ă© compreender como economia e tecnologia interagem para produzir mudança na dinâmica das empresas, setores e quais as implicações desse processo para a geração de riqueza nos diferentes paĂ­ses visando, eventualmente, contribuir para estratĂ©gias e polĂ­ticas que fomentem a inovação.

O mundo é repleto de evidências de que o diagnóstico e previsão de Schumpeter estavam corretos, o que tem justificado o esforço de diferentes países em promover políticas que visam a inovação. Se, de um lado, a inovação explica a posição de liderança de países desenvolvidos (EUA, Alemanha, Inglaterra, Finlândia, etc), por outro também explica a ascensão de outros como, por exemplo, Japão, Coréia do Sul, Singapura e Israel. O caso mais recente e emblemático das últimas duas décadas é o Chinês.

Inovação à moda Chinesa – Breve Histórico

Embora a China tenha um histórico milenar de inovações que remontam a invenção do papel, da seda, pólvora, fogos de artifício, entre o outros, a evolução recente do século do final do século XX e início do século XXI tem sido assistida pelo mundo. Em resumo, a partir de 1979, o país iniciou um processo de abertura para investimento externo, liberalização (ou “descoletivização”) da economia interna dando lugar ao empreendedorismo e abertura de novos negócios e modernização da economia com foco em quatros setores: agricultura, indústria, defesa e ciência e tecnologia. Em 2001, a China ingressa como membro na Organização Mundial do Comércio (OMC) o que intensifica a abertura e internacionalização do país. Desde então, o país tem obtido um crescimento quase exponencial em diferentes setores da sociedade. Os incentivos econômicos de uma competição por baixo custo orientado a exportações, levaram a um processo investimento estrangeiro direto em diferentes setores industriais, em infraestrutura, e migração do campo para a cidade, ou seja, uma verdadeira “sino-revolução industrial” 240 anos após a primeira (ocorrida na Inglaterra), fizeram com que a China se tornasse a “fábrica do mundo”.

A “mágica” econĂ´mica promovida por uma polĂ­tica agressiva de desvalorização cambial, se consolidou no espantoso crescimento do PIB e “catching up” ou convergĂŞncia econĂ´mica que podemos observar no gráfico dinâmico que viralizou recentemente.

No entanto, a convergĂŞncia econĂ´mica Ă©, antes de tudo, resultado de uma convergĂŞncia tecnolĂłgica uma vez que os fluxos industriais trouxeram consigo fluxos de conhecimentos e capacidades tecnolĂłgicas que nĂŁo existiam no pais anteriormente. É justamente essa diversidade conhecimentos que permitem uma sĂ©rie de “novas combinações” de hardware, software, “bioware” e serviços com aplicações de valor para o mercado que tem alçado o paĂ­s para figurar entre as nações mais inovadoras do mundo.

Essa evolução pode ser observada tambĂ©m nos relatĂłrios do Global Innovation Index desde 2012 (Figura 1) em que a China claramente salta do grupo de paĂ­ses de renda mĂ©dia caracterizado por pouco inovação e pouco desenvolvimento econĂ´mico e começa a integrar o grupo de paĂ­ses desenvolvidos.

Figura. 1. Global Innovation Index vs GDP Per Capita in PPP$ (bubbles sized by population)

FONTE: construĂ­do a partir de Dutta et al (2012, 2018)

Qual o limite para a inovação?

Quando países se aproximam do ponto de convergência tecnológica e econômica de países desenvolvidos, o único passo possível para a evolução está no avanço da fronteira científica. E essa foi a tônica das apresentações dos pesquisadores Chineses presentes na Conferência em Beijing. Poderá a China se tornar a principal potência em Inovação?

O recente desenvolvimento chinês seguiu uma conhecida e documentada estratégia “da Imitação para a Inovação” semelhante ao processo Japonês e Sul Coreano em décadas anteriores. À medida que esse modelo se esgota, os países precisam buscar a consolidação não apenas de suas empresas por meio de produtos de maior qualidade e marca, mas também a liderança na resolução de problemas complexos que estão na fronteira do conhecimento. Isso se dá através de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), em especial, pesquisa básica.

Ao analisarmos os gastos nominais em Pesquisa e Desenvolvimento, a China vem se aproximando a passos largos dos Estados Unidos (Figura 2). No entanto, o volume de recursos não nos informa sobre a qualidade ou prioridades dessa alocação. A figura 3 apresenta essa orientação. A maior parte dos gastos em P&D na China se dão no nível de pesquisa experimental e aplicado (aquele voltado a resolução de problemas de produção ou engenharia) que não lidam especificamente com os desafios da fronteira do conhecimento.

Figura 2. Gastos Nominais em P&D

Fonte: OECD – https://data.oecd.org/rd/gross-domestic-spending-on-r-d.htm#indicator-chart

Figura 3. Gastos por tipo de pesquisa

Fonte: OECD – https://data.oecd.org/rd/gross-domestic-spending-on-r-d.htm#indicator-chart

A influĂŞncia cientĂ­fica do paĂ­s pode ser medida pela produção e publicação de pesquisas bem como patentes e suas o nĂşmero de citações dessas produções no âmbito global. Embora o nĂşmero de publicações tenha aumentado significativamente, a qualidade das publicações assim como das patentes publicadas Ă© muitas vezes questionada. Argumenta-se que, embora a China esteja posicionada como segundo lugar no nĂşmero de publicações, a mĂ©dia de citações por documento ainda Ă© baixo o denota uma relativa pouca influĂŞncia na comunidade cientĂ­fica internacional se comparada com os principais lĂ­deres como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e França. No entanto, nĂŁo será surpresa ver essa condição melhorar nos prĂłximos anos.

Figura 4. Publications

Fonte: https://www.scimagojr.com/countryrank.php?order=it&ord=desc

Cabe ressaltar, no entanto, que o tipo de P&D ChinĂŞs Ă© plenamente coerente com uma estratĂ©gia bem-sucedida de aquisição de conhecimento externo e catching up realizados atĂ© aqui. Nesse sentido, apesar do otimismo e confiança pelo desempenho recente, os Chineses tem plena consciĂŞncia de que a liderança cientĂ­fica que vem atravĂ©s do investimento em “pesquisa básica” (na fronteira do conhecimento) Ă© uma necessidade tanto para sustentar o crescimento quanto para colocar o paĂ­s em uma posição de liderança competitiva. Essa consciĂŞncia Ă© o primeiro passo para que o paĂ­s alcance esse objetivo.

China hoje, futuro e lições para o Brasil

A China tem como objetivo se tornar uma sociedade orientada para a inovação atĂ© 2020 e uma superpotĂŞncia em ciĂŞncia e tecnologia atĂ© 2050.  Para tanto, o paĂ­s se vale de uma sĂ©rie de planos para realizar a transição de uma econĂ´mica orientada a exportação de produtos manufatureiros para aumentar os investimentos em educação nas áreas de CiĂŞncia, Tecnologia, Engenharias e Matemáticas (da sigla STEM em inglĂŞs) bem como nas estruturas de suporte e habitats como Parques TecnolĂłgicos e centros de inovação de alta tecnologia como a TusPark (Tsinghua University Science Park).

Algumas coisas saltam aos olhos e que dão um pouco da sensação da evolução do país com um todo.

  • Infraestrutura e transporte da cidade já podem ser considerados de uma paĂ­s desenvolvido. Apesar do trânsito um tanto quanto confuso, existem amplas rodovias, limpeza das calçadas e Ăłtimo transporte pĂşblico como linhas de metro que alcançam toda a cidade sĂŁo simples para utilizar mesmo para estrangeiros. A estrutura de ferrovias para transporte de passageiros expandiu expressivamente nos Ăşltimos 20. A capacitação tĂ©cnica para transporte ferroviário resultaram em um ambicioso projeto de construção de um trem supersĂ´nico.
  • Segurança. A sensação de segurança Ă© total. Um possĂ­vel razĂŁo seja o nĂşmero de extensivo de câmeras de segurança por todos os cantos da cidade e uso controverso de tecnologias de reconhecimento facial.
  • Meio ambiente. O paĂ­s tem buscando soluções para o combate a poluição do ar oriundos da forte industrialização atravĂ©s do desenvolvimento de tecnologia. PorĂ©m chama a atenção a quantidade de espaços verdes e parques no meio da cidade. AlĂ©m de tornar as cidade mais agradáveis, a campanha tambĂ©m tem contribuĂ­do deixar o planeta mais verde.
  • RobĂłtica. Quando menos se espera, Ă© possĂ­vel ser surpreendido pela tecnologia. No hotel Park Plaza Science Park, se vocĂŞ fizer um pedido a recepção, provavelmente será atendido por um robĂ´ que fará a entrega pra vocĂŞ.
  • Tecnologia e comunicação. Talvez o primeiro impacto a ser sentido ao chegar na China Ă© o nĂŁo acesso Ă s ferramentas de comunicação e redes sociais que utilizamos diariamente (Google, gmail, facebook/instagram, twitter, uber, whatsapp, etc).  Isso denota um paĂ­s que Ă© aberto para receber conhecimento e tecnologia externo, porĂ©m que promove forte reserva de mercado.

Ao andar por Beijing Ă© possĂ­vel observar um misto de tradição com modernidade. Surpreende a velocidade com que a transformação do paĂ­s ocorreu, o que nos faz refletir sobre lições que podem e devem ser tiradas para o desenvolvimento do Brasil. Apesar do nosso ambiente de inovação ter melhorado nos Ăşltimos anos a partir de uma maior consciĂŞncia sobre a importância da inovação, do crescente interesse em empreendedorismo e de um nascente mercado venture capital, alguns elementos do ecossistema brasileiro ainda precisam ser aperfeiçoados. Um exemplo sĂŁo os “links” entre ciĂŞncia, tecnologia e indĂşstria e um melhor balanço entre pesquisa básica e aplicada. Se na China, a maior parte do investimento em P&D se concentra em pesquisa experimental e aplicada nas empresas (necessárias para a construção de capacidades tecnolĂłgicas da indĂşstria), no Brasil, P&D ainda Ă© quase que exclusividade de poucas grandes empresas ou da Universidade cujo foco Ă©, primordialmente, pesquisa básica (nĂŁo necessariamente atrelados Ă  resolução de problemas imediatos das empresas). NĂŁo Ă© o caso de escolher entre uma coisa ou outra, mas de encontrar um balanceamento dessas atividades e seu financiamento ao longo do ciclo completo de inovação.

ReferĂŞncias

Abramovitz, M. (1986). Catching up, forging ahead, and falling behind. The Journal of Economic History, 46(2), 385-406.

Appelbaum, R. P., Cao, C., Han, X., Parker, R., & Simon, D. (2018). Innovation in China: challenging the global science and technology system. John Wiley & Sons.

Dutta, S. (2012). The global innovation index 2012. Stronger innovation linkages for global.

Dutta, S., Reynoso, R. E., Garanasvili, A., Saxena, K., Lanvin, B., Wunsch-Vincent, S., … & Guadagno, F. (2018). The global innovation index 2018: Energizing the World with Innovation. Global Innovation Index 2018, 1.

Kim, L. (1997). Imitation to innovation: The dynamics of Korea’s technological learning. Harvard Business Press.

Lee, K., & Lim, C. (2001). Technological regimes, catching-up and leapfrogging: findings from the Korean industries. Research policy, 30(3), 459-483.

Normile, D. (2018). China narrows US lead in R&D spending. Science. 362(6412), 276.

Pisano, G. P., & Shih, W. C. (2012). Producing prosperity: Why America needs a manufacturing renaissance. Harvard Business Press.

Schumpeter, J. A. (1912). 1934. The theory of economic development.

Yuqing, X. I. N. G. (2006). Why is China so attractive for FDI? The role of exchange rates. China Economic Review, 17(2), 198-209.

Yip, G. S., & McKern, B. (2016). China’s next strategic advantage: From imitation to innovation. MIT Press.

Can China become a scientific superpower?. The Economist. Available at: https://www.economist.com/science-and-technology/2019/01/12/can-china-become-a-scientific-superpower


André Cherubini Alves

Centro de Inovação FGV EAESP

andre.cherubini@fgv.br

Artigo publicado com autorização do autor.
Publicado originalmente na Newsletter da EA Alumni UFRGS.
https://www.ufrgs.br/alumni-ea/?p=360&fbclid=IwAR0XhHmdox6913ntRVDLxS7YL1bPxTmdnXBgRYF-m1uFxvT1aYlGsOORZuM

Esta chegando o YouTube Originals. ConteĂşdo original Gratuito.

Para os Administradores que acompanham as novidades na área de tecnologia, acaba de ser divulgado pelo Youtube, durante seu evento YouTube Brandcast em São paulo, o lançamento de sua nova plataforma de vídeos e produções originais com conteúdo nacional. Trata-se do YouTube Originals. A nova plataforma trará um serviço de streaming, semelhante a seus concorrentes (Netflix, Globoplay etc), só que gratuito. No mesmo modelo do YouTube tradicional, com anúncios como forma de monetização. O Originals já existe em alguns países e agora chega ao Brasil. A produção de conteúdo nacional estará baseada em canais já campeões de público no Youtube e se inicia com o lançamento de seis seriados nacionais no próximo período.

O lançamento será no prĂłximo dia 03 de outubro. A primeira sĂ©rie será com o Youtuber Whindersson Nunes e se chamará Whindersson – PrĂłxima parada.

Na sequencia virĂŁo:

O Novo Futuro Ex-Ator do Porta

Fred Be a Pro

One Billion Women World Tour 

Manual do Mundo

Los Bragas

YouTube Originals

Primeiro jato Gripen Ă© entregue ao Brasil, nesta fase, para treinamento.

No último dia 10/09 aconteceu um momento importante no projeto de renovação dos jatos de combate da força aerea brasileira. Nesta data em Linköping na Suécia, foi entregue pela SAAB, o primeiro jato F39 Gripen para a FAB. Neste primeiro momento a aeronave ficará na Suécia e se inicia a fase de treinamento dos pilotos brasileiros.

“O F-39 Gripen representa um salto tecnolĂłgico significativo na aviação de caça para a Força AĂ©rea Brasileira. Ă‰ tambĂ©m um Ăłtimo exemplo de desenvolvimento colaborativo baseado na transferĂŞncia de tecnologia e na promoção da indĂşstria de defesa. Assim, a Força AĂ©rea Brasileira agora possui uma nova plataforma multi-missĂŁo para o cumprimento de suas ações de controle, defesa e integração do territĂłrio nacional. Desde sua concepção, o programa Gripen beneficiou a sociedade brasileira. Estou muito feliz por fazer parte desse momento histĂłrico da aviação de caça no Brasil ”, diz o tenente-brigadeiro Antonio Carlos Moretti Bermudez, chefe da Força AĂ©rea Brasileira.

A parceria com o Brasil começou em 2014 com o contrato (valor do pedido 39,3 BSEK) para o desenvolvimento e produção de 36 Gripen E / F para a Força AĂ©rea Brasileira, incluindo sistemas, suporte e equipamentos relacionados. A Saab está impulsionando o desenvolvimento da indĂşstria aeronáutica local por meio de seus parceiros nacionais no programa brasileiro Gripen, que inclui um abrangente programa de transferĂŞncia de tecnologia para o Brasil, a ser entregue em aproximadamente dez anos.

As aeronaves brasileiras Gripen E / F sĂŁo desenvolvidas e produzidas com a participação de tĂ©cnicos e engenheiros brasileiros. Essa integração faz parte da transferĂŞncia de tecnologia e visa proporcionar o conhecimento prático necessário para a execução dessas mesmas atividades no Brasil. A partir de 2021, a montagem completa de 15 aeronaves começará no Brasil. O desenvolvimento do Gripen F de dois lugares está progredindo com atividades extensivas na Rede Gripen de Design e Desenvolvimento em GaviĂŁo Peixoto, Brasil. As entregas do Gripen F devem começar em 2023. 

Primeiro voo do jato F39 Gripen Brasileiro na Suécia.

Gigante do turismo, Grupo Thomas Cook, entra em falĂŞncia na Europa.

É quase um case de Administração online, acabou de acontecer e está nas páginas dos jornais, hoje (23/09) o Mega Grupo inglês Thomas Cook, um dos mais antigos do Reino Unido é um dos maiores na sua área no mundo entrou em falência. Um conglomerado com várias empresas com Hotéis e Resorts, Agências de viagem, várias Cias Aéreas (Inglaterra, Alemanha, Escandinávia entre outras), quebrou abruptamente e deixou centenas de milhares de clientes viajando sem garantias de voltar para casa conforme os pacotes vendidos. As autoridades do Reino Unido e de outros países da Europa estão mobilizando recursos e estruturas para repatriar estes viajantes de volta a seus lares.

A pergunta que fica, é como um grupo de tal envergadura, com milhares de empregados, orçamento milionário e experiencia desde centenas de anos, quebra desta forma?

Segundo o presidente do grupo, Frank Meysman, antes da falência, “ A Thomas Cook tem uma diretoria diversificada e uma forte cultura corporativa. Estamos bem posicionados para alcançar nosso objetivo estratégico de gerar crescimento lucrativo e gerar valor para nossos acionistas”.

Após a falência, uma das hipóteses da conta de que as vendas de passagens e pacotes turísticos comprados diretamente pelos turistas pela internet tiveram um peso substancial para a derrocada. A discussão para quem é administrador ou tem interesse no tema, mostra, mais uma vez, os impactos do mundo digital não só no dia a dia das pessoas mas também no das empresas. As empresas e profissionais que não se adaptarem a estes novos tempos, terão um grande risco de sucumbir.

Estudo indica que Câmara Federal tem na sua composição 11,3% de Administradores

A Câmara dos Deputados em Brasília, local onde esta, democraticamente, a representação da sociedade brasileira pode se dividir entre vários grupos representativos dos vários interesses políticos que estão presentes em nossa sociedade. Temos a representação formal através dos vários partidos, mas também temos vários divisões em função de outros temas de interesse. neste sentido nos interessou saber como anda a representatividade dos Administradores no Congresso Federal.

Para chegar nestes números, levamos em consideração a declaração dos parlamentares quando à suas profissões. O número final pode até ser maior já que alguns Deputados dizem ter nível superior, mas não informam qual a sua profissão. De toda a forma para esta soma, consideramos os que são Administradores e que assumiram esta condição e que estão no exercício do mandato. Não tivemos como confirmar quais deles são registrados nos seus respectivos CRA´s, fica esta tarefa para os respectivos Conselhos.

De toda a forma o resultado é positivo. No levantamento feito com os parlamentares da 55ª legislatura (de 2015 a 2019) tínhamos 7,8 % de representação. Já na legislatura atual, 56ª (de 2019 a 2023) passamos a ter 11,3% dos 513 parlamentares federais.

Para todos nós Administradores, é importante saber quem são nossos colegas em Brasília para que possamos cobrar dos mesmos ações que fortaleçam nossa profissão.

Abaixo a relação destes Deputados. Acompanhe seus mandatos e cobre sua representação.

Alan RickACDEM
Antonio BritoBAPSD
Felix Mendonça JrBAPDT
Cacá LeãoBAPP
BacelarBAPodemos
Raimundo CostaBAPL
Paulo AziBADEM
Oto Alencar FilhoBAPSD
Heitor FreireCEPSL
Junior ManoCEPL
Moses RodriguesCEMDB
Celina LeĂŁoDFPP
Paula BelmonteDFCidadania
Evair Vieira de MeloESPP
Glaustin FokusGOPSC
Lucas Vergilio GOSolidariedade
Hildo RochaMAMDB
Pedro Lucas FernandesMAPTB
Diego AndradeMGPSD
Mario HeringerMGPDT
Rodrigo de CastroMGPSDB
Stefano AguiarMGPSD
Tiago MitraudMGNOVO
Dagoberto NogueiraMSPDT
Celso SabinoPAPSDB
Aguinaldo RibeiroPBPP
Rui CarneiroPBPSDB
Daniel CoelhoPECidadania
Fernando Coelho FilhoPEDEM
Gonzaga PatriotaPEPSB
Luciano BivarPEPSL
Atila LiraPIPSB
Rejane DiasPIPT
Diego GarciaPRPodemos
Fabio Faria RNPSD
Walter AlvesRNMDB
Christino AureoRJPP
Paulo RamosRJPDT
Haroldo CathedralRRPSD
Henrique FontanaRSPT
Marlon SantosRSPDT
Coronel ArmandoSCPSL
Geovania de SáSCPSDB
Bosco CostaSEPL
Fabio MitidieriSEPSD
Laercio OliveiraSEPP
Adriana VenturaSPNOVO
General PaternelliSPPSL
Guiga PeixotoSPPSL
Luiz Philippe de Orleans e BragançaSPPSL
Marcio AlvinoSPPL
Marco BertaiolliSPPSD
Maria Rosas SPRepublicanos
Nilto TattoSPPT
Paulo Pereira da SilvaSPSolidariedade
Vinicius CarvalhoSPRepublicanos
Vinicius PoitSPNOVO
Carlos Henrique GaguimTODEM

Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados

Mentoria.Adm

Projeto Mentoria.Adm

O Portal Administradores.Adm esta disponibilizando para estudantes e recém-formados em Administração, a possibilidade de tirar dúvidas e obter esclarecimentos sobre a carreira de Administrador. Os inscritos e selecionados para fazer parte dos grupos poderão interagir com profissionais experientes e com conteúdo de qualidade para esta ajuda.

Os participantes terão à disposição canais digitais para interagir com cada mentor para sanar suas dúvidas e poder definir uma rota, uma estratégia, um caminho para iniciar na carreira.

Quais sĂŁo as regras e como vai funcionar o projeto:

1 – Os interessados poderĂŁo se inscrever enviando um e-mail para contato@administradores.rio.br onde deverá informar:

– Nome completo e idade;

– Cidade e Estado de ResidĂŞncia;

– Endereço de e-mail;

– DDD e nĂşmero de telefone com Zap;

– Nome da faculdade onde estuda ou estudou Administração;

– PrevisĂŁo de formatura ou data de conclusĂŁo do curso;

– Qual o grupo de interesse na inscrição.

Informar no assunto do e-mail: “Projeto Mentoria”

2 – O projeto funcionará de 01 a 31 de outubro e os atendimentos se darĂŁo em função da disponibilidade dos mentores que estarĂŁo disponĂ­veis atravĂ©s de grupo de debate e de e-mail;

3 – O projeto é gratuito e não significará nenhuma obrigação formal dos participantes com os mentores ou com o Portal Administradores.Adm;

4 – Os interessados somente poderão se inscrever em um único grupo;

5 – Cada grupo terá, no máximo, 25 pessoas inscritas e com a participação de um mentor e de um moderador para ajudar na condução do grupo;

6 – Os selecionados receberĂŁo a confirmação da inscrição antes do inicio do projeto, por e-mail e por publicação no Portal Administradores.Adm

7 – Teremos 5 grupos temáticos:

7.1 – Administração PĂşblica
Voltado para interessados em atuar em governos (municipais, estaduais ou federais).

Mentor:
Adm Lucas GuimarĂŁes
Secretário Municipal de Administração da Prefeitura de Teresópolis – RJ. Consultor do SEBRAE na implantação de Políticas Públicas para o Desenvolvimento Econômico Sustentável;

7.2 – Compras, Aquisições e Suprimentos

Mentor:
Adm Dacio Antonio Machado de Souza
Profissional com grande experiência na área Compras, Aquisições e Suprimentos onde já atuou como Supervisor, Gerente e Consultor. Também é professor em curso de Administração.

7.3 – EstratĂ©gia e Administração

Mentor:
Adm Daniel Roedel
Doutor em Administração, pesquisador no tema, atualmente residindo em Portugal onde desenvolve Pós DOC na área;

6.4 – Administração de condomĂ­nios

Mentor:
Adm Antonio Marcos de Oliveira
Profissional da área com larga experiência em condomínios de diversos tamanhos. Premiado pela ABADI como profissional do ano;

7.5 – Administração no Terceiro Setor

Mentora:

Adm Claudia Fragoso
Bacharel em Administração pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e em Letras (Português e Espanhol) pela Universidade São Paulo (USP). Especialista em Economia do Trabalho e Sindicalismo pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Mais de 20 anos de atuação profissional junto ao movimento sindical, presta consultoria em administração e finanças a sindicatos pela Gerativa Administração Sindical.

7Âş Encontro com conhecimento SINDAERGS – Palestra NEUROMARKETING

Programação:

19:00 – Abertura
19:30 – Palestra Neuromarketing (Gabriel Levrini)

Neuromarketing Ă© um campo de estudo recente do marketing que estuda a essĂŞncia do comportamento do consumidor.
Busca entender como o consumidor toma as decisões de compra a nível neurológico, entender como o cérebro do consumidor reage aos estímulos que recebe, analisar estas reações e adequar a abordagem, a comunicação e a mídia para maior impacto e conversão, criar um ambiente de marca onde os consumidores possam se envolver com ela em um nível multi-sensorial com profundo engajamento.

Realização: Sindicato dos Administradores no Estado do RS (contato@sindaergs.com.br)

Local: Av. Érico VerĂ­ssimo 960 – Menino Deus – Porto Alegre/RS

Estacionamento GRATUITO no local