Parceria entre o CFA e o Ministério da Justiça, abre espaço para Administradores

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Foto divulgação Internet

Por iniciativa do Conselho Federal de Administração e do Ministério da Justiça, foi estabelecido uma parceria entre as instituições para que Administradores possam ser indicados para Administrar empresas confiscadas em operações contra o crime organizado e o combate à lavagem de dinheiro e que, por esta condição, deverão ser leiloadas para pagar possíveis prejuízos e o resultado revertido para o Estado. Com a indicação de Administradores habilitados, estas empresas manterão suas atividades, gerando maior interesse nos leilões futuros, garantindo empregos e gerando valor.

A parceria abre espaço para que administradores experientes, possam compor um banco de dados de profissionais que poderão ser selecionados para exercer a gestão temporária destas empresas.

Para o presidente do CFA, Mauro Kreuz, o convênio é mais uma demonstração da credibilidade e da seriedade institucional da autarquia junto à sociedade e as organizações públicas e privadas. “Essa é mais uma ação que o Governo Federal demonstra a confiança que ele tem no Sistema CFA/CRAs. Para os profissionais da administração, essa é mais uma ótima oportunidade de ampliação do mercado de trabalho para a sua atuação profissional e comprova o diferencial competitivo que esses profissionais têm no mercado de trabalho”, diz o presidente.

Fonte: Comunicação do CFA

Conheça os prós e contras da carreira nesses dois setores

Para fazer uma escolha assertiva, profissional precisa avaliar os lados positivos e negativos de cada um

Uma das maiores dúvidas dos estudantes de graduação com relação a carreira é: trabalhar na área pública ou privada? Perdidos entre esses dois caminhos, muitos fazem uma escolha sem pensar nas consequências. Mas, afinal, como tomar uma decisão mais assertiva nessa situação?

Segundo o administrador Antônio Yared Lima, esses são dois mundos completamente diferentes. “A decisão depende muito do perfil do profissional, do ambiente onde ele vive e as relações familiares, por exemplo se a família já tem empresas. Esse fato terá grande influência na decisão”, explica.

Antônio conta que veio de uma família empreendedora e, logo após finalizar a graduação em Administração, sonhava em atuar em uma grande empresa e aplicar todos os conhecimentos adquiridos no curso. Fazer carreira no serviço público não estava nos planos do administrador. De acordo com ele, na década de 1990 o setor sofria com escândalos de corrupção, hiperinflação, impeachment, entre outros.

Contudo, com a falta de oportunidades na iniciativa privada, ele decidiu dar uma chance a carreira pública e fez um concurso. Hoje, Antônio é analista em Planejamento e Orçamento do Governo do Amapá. “Desde então, sempre me dediquei, procurei inovar e implantar as ferramentas e técnicas da Administração”, afirma.

Rafael Rocha fez o caminho contrário. Começou a carreira como empregado público, mas o emprego estável em um banco não lhe trazia satisfação pessoal. Decidiu, então, sair para se dedicar ao seu sonho de propagar e difundir a mentalidade empreendedora no Brasil. Ele criou um programa que ajuda outros empreendedores a aumentar o alcance dos negócios por meio do marketing de conteúdo.

Atualmente, Rafael é infoprodutor e mentor de mentor de empreendedores. Ele acredita que o empreendedorismo é a chave para uma vida completa e extraordinária. “O ser humano é co-criador da natureza. Fora do empreendedorismo não passamos de animais domesticados”, afirma.

Prós e contras

Antônio diz que a grande vantagem do serviço público é a remuneração salarial, que é maior em torno de 30%. Outra vantagem, segundo ele, é a estabilidade no emprego uma vez que, no Brasil, as avaliações de desempenho não possuem o mesmo rigor para o desligamento quanto no setor privado.

“Por outro lado, a desvantagem da área pública é que não há a possibilidade de ganhos extras como bônus por produtividade, bônus por alcance de metas individuais e coletivas, participação nos lucros e outros benefícios que o setor privado concede”, comenta.

O administrador diz, ainda, que a iniciativa privada, além dos benefícios de reconhecimento e recompensa por meritocracia, o setor “possibilita ao profissional mais liberdade de atuação e aplicação da sua criatividade devido ao alto grau de competitividade nos ambientes interno e externo, ou seja, o mercado”, explica.

Por onde começar?

Tanto no serviço público quanto no privado, o profissional precisa estar ciente de que enfrentará muitos desafios. Os avanços tecnológicos, as mudanças sociais, a Revolução 4.0 e a rapidez das transformações mundiais tornam o ambiente de trabalho mais vulnerável, incerto, complexo e ambíguo.

“Se desejar ingressar no setor público, inevitavelmente, esse profissional deve se preparar/estar preparado para prestar um concurso público, já que a lei restringe o ingresso sem a devida seleção legal”, ensina Antônio.

Mas se o foco é a área privada, o caminho a ser trilhado é outro. De acordo com o administrador, a rotina também exige estudo e atualização constante. “Para ter destaque, é necessário conhecer o máximo sobre sua área de atuação, bem como a organização em que atua. Dessa maneira, é possível ampliar a visão de mundo, melhorar sua comunicação, além de dominar as qualificações da profissão. O conhecimento é o maior diferencial competitivo na era da informação. De 120%, saiba escutar, organize-se e tenha uma postura positiva”, diz o diretor do Conselho Regional de Administração do Amapá (CRA-AP).

Antônio continua com um pé na área privada. O administrador é especialista em gestão empresarial, empresário e consultor de empresas. Com experiência nos dois setores, ele avalia: “Sem dúvida, o setor privado é bem mais desafiador devido à dinâmica do mercado, a competitividade entre as pessoas e o acirramento da disputa entre as empresas. No setor privado, é necessário muito mais esforço para alcançar as metas e as cobranças são maiores”, finaliza.

Fonte: Assessoria de Comunicação do CFA
Ana Graciele Gonçalves
Publicado no site do Conselho Federal de Administração

Concurso com vaga para administrador – UFF

A Universidade federal Fluminense lançou edital para concurso com vagas para Administrador, entre outras profissões, em várias cidades:
Niterói
Angra dos Reis
Santo Antonio de Pádua

As inscrições estarão abertas no período entre 03 e 31 de março.
Uma alternativa para se colocar na agenda para quem precisa de colocação.

Edital em:


http://www.coseac.uff.br/concursos/uff/2020/pdf/UFF-Edital-337-2019-Edital.pdf

Vamos falar de Administração à partir do olhar de quem esta no interior do Brasil?

Nós aqui no Administradores.adm notamos que dos muitos colegas e estudantes que acompanham nosso trabalho aqui no portal vem de muitos locais do Brasil, e destes, uma quantidade considerável, vem de cidades pequenas e médias. Para listar algumas cidades de colegas que se inscreveram recentemente, entre outras, temos:
Caconde – SP – 19.000 habitantes;
Cianorte – PR – 100.000 habitantes;
Colômbia – SP – 6.000 habitantes;
Diamantina – MG – 42.000 habitantes;
Guapimirim – RJ – 57.000 habitantes;
Machado – PE – 42.000 habitantes;
Milagres – BA – 10.000 habitantes;
Pantano Grande – RS – 10.000 habitantes;
Paraguaçu Paulista – SP – 45.000 habitantes;
Paranaíba – MS – 40.000 habitantes;
Pirassununga – SP – 75.000 habitantes;
Rio Pomba – MG 18.000 habitantes;
Rolândia – PR – 64.000 habitantes;
Santa Tereza – ES – 23.000 habitantes;
São Bento do Sul – SC – 85.000 habitantes;
Terra Boa – PR – 17.000 habitantes;
Tietê – SP – 42.000 habitantes;
A nossa formação, nossos anseios profissionais (principalmente os mais jovens), a baixa qualidade média das formações, o mercado de trabalho que não é claro etc já nos coloca um caldeirão de conjecturas sobre o futuro e como progredir, quando estamos nos grandes centros que tem mais oportunidades. Como será então nos pequenos é médios municípios?

Queríamos fazer um convite para estes colegas e futuros colegas, que nos escrevam contando sobre a realidade da profissão em suas cidades. Gostaríamos de pensar uma forma concreta de ampliar esta discussão, de ajudar os mais jovens e de pensar como esta proximidade digital poderia nos ajudar a criar uma comunidade com este foco. Escreva sobre. Aguardamos seu contato.

Adm Edson Machado
Editor do Administradores.adm
contato@administradores.rio.br

Revistas Acadêmicas de Administração

O curso de Administração nas universidades brasileiras é um dos maiores do Brasil em número de alunos. Algo em torno de 80% dos cursos são em IES´s privadas, muitos deles com qualidade duvidosa. Vemos, cada vez mais cursos de EAD, com preços muito baixos, até promoções com custo irrisório para atrair alunos encontramos.

Ainda assim temos visto surgir uma grande quantidade de revistas científicas dedicadas aos cursos de Administração, com conteúdo de qualidade e pesquisas importantes.

Penas que a grande maioria destas revistas são em IES´s públicas, as privadas parecem não valorizar a pesquisa e o desenvolvimento científico.

Parabenizamos as iniciativas e ajudamos na divulgação das mesmas. Torcemos para uma multiplicação destas iniciativas, e no crescimento da formação dos futuros Administradores e Professores de Administração.

Abaixo algumas das principais Revistas de Administração científicas:

Revista de Administração de Empresa da FGV SP
Revista de Administração Contemporânea – ANPAD
Revista de Ciências da Administração – RCA – UFSC
Revista Eletrônica de Administração – UFRGS
Revista de Administração da USP

Administradores, no Rio de Janeiro, tem salário mínimo profissional.

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A discussão sobre um salário mínimo para os Administradores é uma das questões que interessam, diretamente, a todos os colegas. Infelizmente apenas os Engenheiros tem um salário mínimo profissional a nível federal no Brasil. Depois da aprovação deste salário mínimo, nenhuma outra categoria logrou exito em conseguir uma medida igual. A câmara dos deputados já analisou, e rejeitou, vários projetos semelhantes, inclusive para os administradores.

A única ação próxima com sucesso foi a conseguida pelo Sindicato dos Administradores no Estado do Rio de Janeiro que conseguiu incluir na lei do salário mínimo no ERJ – Lei Nº 8315 DE 19/03/2019, a categoria dos Administradores (CBO 2521-05) . Por esta lei, os Administradores do ERJ devem ganhar, como salário mínimo, o valor de R$ 3.158,96 (três mil cento e cinquenta e oito reais e noventa e seis centavos).

Segundo o vice presidente do SINAERJ, Adm Julio Reis, “vendo de maneira isolada o valor até poderia ser maior, mas considerando que é o salário mínimo, e que muitas pequenas empresas chegam pagar até menos que R$2.000,00, ter uma lei estadual garantindo este direito, já é um grande avanço”.

2521 :: Administradores

Títulos
2521-05 – Administrador, Administrador de empresas, Administrador de marketing, Administrador de orçamento, Administrador de patrimônio, Administrador de pequena e média empresa, Administrador de recursos humanos, Administrador de recursos tecnológicos, Administrador financeiro, Administrador hospitalar, Administrador público, Analista administrativo, Consultor administrativo, Consultor de organização, Gestor público (administrador) 

Descrição Sumária
Planejam, organizam, controlam e assessoram as organizações nas áreas de recursos humanos, patrimônio, materiais, informações, financeira, tecnológica, entre outras; implementam programas e projetos; elaboram planejamento organizacional; promovem estudos de racionalização e controlam o desempenho organizacional. Prestam consultoria administrativa a organizações e pessoas.

Fonte: mtecbo.gov.br